Edilson Capote pode CAIR do cargo de prefeito de Barras. Entenda!

Os vereadores aliados do atual prefeito Edilson Capote (PSD), liderados pela presidente da Câmara Jovelina Furtado "empurram com a barriga" a votação das contas de 2016 reprovadas (pelo TCE) por atos de corrupção praticados por Edilson Capote, por inúmeros motivos e um deles pode ser "evitar a queda do gestor" caso suas contas sejam reprovadas pela "Casa do Povo": a Câmara de Vereadores. Ambos os vereadores da base do prefeito tem feito de tudo para amarrar, evitar que tais contas podres sejam colocadas em votação. Enquanto isso, a população cobra a imediata votação das contas de Edilson, já que a liminar que impedia a votação por parte do poder legislativo barrense já caiu por terra à muito tempo.

Sobre a votação

Mais cedo ou mais tarde a Câmara de Vereadores de Barras através de seus vereadores terá que julgar as contas de Capote. Caberá aos nobres vereadores reprovar as contas de 2016 do bicho de pena, seguindo a recomendação ou seja a decisão do TCE que reprovou tais contas. Desta feita os vereadores estarão primando pela moralidade. Assim o atual gestor estará de novo inelegível tendo os seus direitos políticos automaticamente cassados. Com isso, Edílson Capote poderá CAIR de imediato do cargo de prefeito de Barras.

E se as contas forem aprovadas?

Caso as contas de Capote sejam aprovadas pela maioria dos vereadores, ambos estarão agindo contra o Tribunal de Contas do Estado, o que acreditamos que não irá acontecer, pois se os nobres vereadores são eleitos com a missão de fiscalizar e fazer valer os princípios de moralidade em defesa dos direitos do cidadão contra atos de corrupção, não seguir a decisão do TCE, seria a comprovação de que ambos estariam pondo seus interesses pessoais acima da população.

Por que as contas da primeira gestão de Capote foram reprovadas pelo TCE?

O TCE  através de seus técnicos reprovou as contas de 2016 de Edílson Capote por irregularidades que iam desde uma verdadeira farra sem licitação até descumprimentos de limites de gastos constitucionais com pessoal, passando por divergência em informações de prestações de contas oficiais e gastos realizados.

A reprovação das contas foi unânime. Todos – técnicos, Ministério Público de Contas e conselheiros – viram naqueles números e relatórios provas de má gestão e motivos suficientes para a reprovação.

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