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Eu sei, tem horas que a gente perde a esperança

Ser repórter e realizar diariamente a narrativa de uma pandemia que ameaça a vida no planeta é titubeante, impreciso, disforme, não linear.  A gagueira passa a fazer parte da fala noticiosa notadamente frágil e confrontada às muitas versões que envolvem o aparecimento e o lastro mortífero do novo coronavírus. Afinal, o que a maior crise sanitária do século XXI sopra aos ouvidos dos repórteres? Pode o repórter diante do esforço individual para, por meio dos relatos responsáveis dos fatos também salvar vidas?

Sim, pode! Sendo porta-voz da ESPERANÇA. Mesmo amedrontado, confuso e preocupado com quem amamos, a história mostra que se acreditarmos "nós, seres humanos somos capazes de superar nossos próprios limites.

Por isso, lute contra os pensamentos negativos que invadem sua mente. Você encontrará forças ao lembrar das pessoas que ama. Esteja firme por elas. O amor muda/cura as pessoas, e as pessoas têm o poder de mudar e curar o mundo. O inimigo invisível se alimenta do seu medo. Primeiro ele ataca a nossa mente, para depois se fortalecer em nosso organismo. Reflita: "Se Deus é por nós, quem será contra nós". Eu sei, tem horas que a gente perde a esperança, mas sempre que isso aconteçe, nós terminamos juntos de novo. A Esperança não existe sem você, e você não existe sem ela. É por isso que essa história vai terminar "não com mais tristezas" e sim com muitas alegrias. Acredite em Deus, acredite em você!
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