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Agressão no HRLM: Hospital, médica e acusado de agressão se manifestam sobre o caso


Uma das marcas do jornalismo do portal Barras É Notícia é a imparcialidade com a qual leva a informação a seus leitores. Um dos princípios do nosso jornalismo é levar ao conhecimento do internauta os dois lados da moeda, frente e verso da noticia.

Versão do Hospital Regional Leônidas Melo e da médica:

A médica plantonista Nereida Karla foi agredida durante o seu plantão, na noite deste sábado (9), por um acompanhante de um paciente idoso que deu entrada na unidade de saúde com sintomas de Covid-19. O fato foi informado pelo próprio Hospital Regional Leônidas Melo que lamentou e protestou contra o ocorrido.

Segundo o hospital, o “acompanhante não aceitou o diagnóstico apresentado pela médica e solicitou a transferência do paciente, que chegou à unidade de saúde trazido pelo SAMU, com dispneia (falta de ar)”.

Ainda segundo o hospital, “quando a médica foi tirar a cópia do prontuário, para liberar a saída do paciente [que era exigida pelo acompanhante], o mesmo a agrediu com socos, tomou o documento das mãos da profissional e começou a insultá-la com palavras de baixo calão. A Polícia Militar foi acionada e encaminhou o agressor para a delegacia de Barras, onde foi registrado o boletim de ocorrência”. 

Em áudio, de posse do portal Barras É Notícia, a própria médica relata detalhes do momento: “Eu sei que ele continuava as agressões. E eu tentando tirar ele de perto. Só sei que a gente já estava chegando perto da área do COVID-19 e quando ele estava querendo sair eu pedi para o porteiro fechar o portão para não deixar ele sair que a polícia já estava chegando”.

A médica chegou a dizer: “o senhor está me agredindo aqui no meu exercício da profissão”. 

Em nota, “a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) e o Hospital Regional Leônidas Melo prestam toda solidariedade à médica Nereida Karla, neste momento em que os profissionais da saúde estão na linha de frente do combate à esta pandemia, com muita coragem e determinação”.

Versão do acusado de agressão:

Nota de Esclarecimento sobre o episódio no Hospital Leônidas Melo em Barras PI por parte do acusado 

Ao chegar no hospital fui deparado com a notícia que o paciente foi pra ala de Covid 19 sem ter sintomas. A médica autorizou a entrada dele sem sequer ter feito teste e nem ter feito a consulta para testar suspeita. Consta no registro de ocorrência que tinha apenas diarreia , baixa saturação e hipertensão.

Esses sintomas são  quase diário já que o paciente é acamado. Sintomas esse que a própria  médica conhece já que ela é  médica particular dele. Em nenhum momento eles provaram que existia sintomas da covid 19. Sem ter atendimento e nem consulta  minuciosa, foi feito um erro gravíssimo  em por o paciente  na ala da covid 19.

Em momento algum fui proibido de entrar na ala da covid 19. Entrei e pedi com minha autorização  que ele recebece alta para tirar a tempo do paciente não ser contaminado. A médica autorizou e eu assinei a alta. Pedi a médica que eu pudesse tirar a foto do registro de ocorrência e a mesma autorizou e falou que faria melhor, tirando uma xerox. Então eu aceitei e ela,  a médica, foi tirar a xerox pedindo que a seguise.

Com isso não a segui e sai do hospital  esperando no lado de fora. Depois de  muito tempo a médica não apareceu com o registro e eu estranhando fui até o hospital e entrei questionando  a demora, sai procurando a médica pelos corredores e ninguém me respondia onde ela estava.
Por sorte vi ela no fim do corredor com os papéis olhou pra mim e não me respondendo ela entrou na sala de repouso médico.

Fui até  a porta que estava aberta e a vi  com o celular no vídeo chamada questionando com alguém se podia tirar a xerox. A pessoa do telefone aconselhou ela não entregar a cópia e assim ela mudou de ideia. Aí questionei: porque  você sumiu com o papel e agora mudou de opinião cessando  direito do paciente?
Lembrando que não pedi prontuário e sim uma cópia do registro de entrada de ocorrência que consta que ele estava na ala contaminada por coronavírus.

Com isso pedi novamente o papel a ela e a mesma negou, então peguei da mão dela e na sequencia fui empurrado pelo marido  tentando me agredir. Fica as indagações: porque ela levou os papéis para a sua sala de repouso? Porque o marido fica na sala de repouso sendo que ele não é funcionário do hospital? Qual o medo da médica ter negado documento de direito do paciente mudando de ideia? O inquérito será aberto para averiguação.

Fui ao hospital com a ordem do delegado de polícia e mesmo assim o médico que junto com ela esta de plantão negou a fazer. Não fui preso. Já estou tomando providências na justiça e no Conselho de medicina. Houve vários crimes e vou provar judicialmente. Somos vítimas de médicos do hospital Leônidas Melo e quando provamos erros eles não aceitam e se valem da lei de desacato para tentar prejudicar o paciente que é  o mais indefeso no momento de dor e angústia. 
Vou provar e voltarei aqui com o resultado. O acusado solicitou corpo de delito a pedido do delegado de Polícia de Barras PI e também solicitou imagens do circuito de TV do Hospital Leônidas Melo para provar que ñ agrediu a profissional médica.



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