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Médicos denunciam acidentes envolvendo Kitesurf e banhistas no litoral do Piauí

O casal de médicos Franck Janes Paula Lira e Maura Gomes Barbosa denunciaram ao 180 os casos recorrentes de acidentes envolvendo praticantes de Kitesurf e banhistas no litoral do Piauí.


"É lamentável o desrespeito com banhistas que se tem constatado em algumas praias do Piauí, como em Barrinha e Barra Grande, no município de Cajueiro da Praia", citam eles em comunicado, afirmando que o Ministério Público do Piauí já foi comunicado.

"Verifica-se que banhistas em geral, principalmente crianças e idosos, não tem mais segurança para usufruir de nossas praias, devido a prática irresponsável de kitesurf na faixa de praia rasa, de 5 a 15 metros da margem, no meio de banhistas, colocando em risco a integridade física das pessoas, como já temos observado em vários acidentes nestas regiões", dizem.

O médico afirma ainda que por pouco quase foi vítima de mais um caso neste domingo (18/08).

"Eu e minha esposa fomos surpreendidos por uma prancha de kitesurf a 1 metro de nossas costas, em alta velocidade, fato recorrente. Após reclamarmos com o praticante do esporte, fomos literalmente atacados por este, que fez a volta e retornou pronunciando palavrões, velejando com a prancha em nossa direção, a cerca de 2 metros e gritando para procurarmos outra área para banho, estando nós a cerca de 5 metros da margem da praia, profundidade aproximada de 60 cm", disse.

"Já chegamos até a atender, como médicos, banhistas atingidos por linhas de kitesurf descontrolado naquela praia.Há também registro anterior de vítima de acidente com prancha e grave traumatismo facial, em praia vizinha. Ressalta-se que boa parte dos praticantes são iniciantes no esporte, sem domínio adequado do equipamento, o que aumenta o risco de acidentes", completa.

O casal de médicos pede a intervenção do poder público e das instituições responsáveis pela regulamentação desta prática esportiva, para proteção dos banhistas e pedestres circulantes destas praias estabelecendo-se o devido zoneamento de áreas seguras para a prática, bem como a participação dos proprietários de pousadas, bares e restaurantes das praias, no processo de conscientização dos envolvidos e no protesto contra as práticas irregulares.

FONTE: 180 GRAUS
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